Movimento internacional recupera irreverência que se perdeu a partir dos anos 1990, quando o feminismo se institucionalizou
A Marcha das Vadias recupera uma irreverência que se perdeu a partir dos anos 1990, quando o feminismo se institucionalizou, e tem o mérito de atrair a juventude, que achava que feminista era sua avó. Entra em cena o direito à diversidade sexual, tema com o qual a juventude pós-gênero tem grande afinidade. Entre as “vadias”, há homens, travestis, transexuais, transgênero, lésbicas e gays.
O sutiã perdeu seu destaque e agora trata-se de ir à rua sem ele, pintando no corpo o direito ao próprio corpo, outro item da agenda feminista que recuperou seu fôlego depois de amaldiçoado na luta pela descriminalização do aborto. Nas marchas do Rio e de São Paulo, cartazes protestavam contra a MP 557, que pretende criar um cadastro nacional de informações sobre grávidas para impor mecanismos de vigilância sobre as mulheres em nome do direito do nascituro.
Veja a matéria completa da Carla Rodriges no site do Estadão
Comentários
Powered by Facebook Comments

